DO LACINHO AO EXAME DE DELITO: O caso da bebê em creche que mobilizou a UPA de Porto Belo
A verdade começa a aparecer quando a avaliação técnica substitui as justificativas institucionais, não foi só o lacinho, mãe confirma que o exame de delito do caso do bebê em creche mobilizou a UPA de Porto Belo.
Na segunda parte desta entrevista de fiscalização, a mãe relata os detalhes do atendimento na UPA e o momento exato em que a hipótese de simples incidente escolar foi descartada.
🔍 A Contradição de Sintomas e o Relato Escolar
O “Lacinho Oculto”: Enquanto a equipe do NDI Lauro Manoel Mendonça limitou-se a relatar à mãe que a bebê de 1 ano e 4 meses havia apenas “perdido uma pérola do lacinho do cabelo” e que chorava por estar “apaixonada” (com saudades) , a avaliação hospitalar identificou cenário muito mais complexo.
O Desespero no Exame: Devido ao estado de agitação da menor e à gravidade da região afetada (próxima à moleira) , foram necessárias três tentativas para a realização do raio-X, exigindo que a mãe e mais dois profissionais contivessem a criança fisicamente.
A Descoberta do Corte: Após 6 horas em observação hospitalar e com a bebê finalmente estabilizada , a mãe, ao examinar detalhadamente o couro cabeludo, descobriu corte na cabeça.
🛑 A Mudança Imediata de Conduta Médica
Diante do surgimento da nova lesão capilar , a médica plantonista alterou imediatamente o protocolo de atendimento:
Exigência Legal: A médica determinou que a criança não receberia alta hospitalar até que os procedimentos legais fossem iniciados , exigindo a confecção imediata do Boletim de Ocorrência e o encaminhamento para o Exame de Corpo de Delito.
A comunidade de Porto Belo exige respostas institucionais: como uma lesão dessa gravidade ocorre dentro de unidade de ensino pública sem que nenhum profissional tenha prestado esclarecimentos imediatos à família?
⏱️ Capítulos do Vídeo
– A justificativa da escola: “Bebê apaixonada” e a pérola perdida
– A percepção das primeiras marcas de vermelhidão na testa
– Os bastidores do atendimento na UPA e as 6 horas de observação
– O desespero para realizar o Raio-X na região da moleira
– O momento em que a mãe encontrou o corte no cabelo
– A decisão da médica: Determinação de BO e Corpo de Delito
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Comente abaixo: Qual deve ser a postura da Secretaria de Educação diante de uma mudança de conduta médica como esta?
Nota Legal: O caso encontra-se sob apuração formal pelas autoridades competentes. A identidade da criança foi preservada em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O objetivo desta publicação é exercer o controle social e cobrar a transparência institucional da Educação Municipal.
